quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

24 Horas - A Redenção O primeiro filme de Jack Bauer


Não existe dia fácil na vida de Jack Bauer (Kiefer Sutherland). Depois de lidar com sequestros, tentativas de homicídio em massa, atentados contra políticos, ameaças contra o seu país e - eventualmente - ainda ter de salvar a pele de sua filha, ele acabou saindo dos Estados Unidos. Passou pela Ásia e agora está na África fazendo trabalho voluntário. E nem assim é deixado em paz.

Um burocrata da embaixada vai até a escola onde ele está trabalhando intimá-lo a comparecer à sede do governo por lá. O motivo: levar Jack de volta para Washington onde responderia sobre detenção ilegal e tortura de prisioneiros. É desnecessário dizer que nosso herói não quer ir, certo?

Enquanto isso, o país africano está prestes a sofrer um golpe de estado e um coronel da milícia procura desesperadamente por crianças-soldado para engrossar seu exército. Acaba indo até o local onde Jack estava trabalhando e o eterno agente da CTU tem de entrar em ação. E como tudo em 24 Horas é interligado e sempre há mais traidores infiltrados do que pessoas de bem no comando, há ainda uma ligação entre os golpistas africanos e gente ligada à nova presidente eleita dos Estados Unidos, que está assumindo o comando do país enquanto Jack defende as crianças do outro lado do Atlântico.

Apesar de ser lançado aqui primeiramente em DVD, 24 Horas: A Redenção (24 - Redemption, 2008) foi feito para a TV. Ir até a África do Sul e gravar um episódio de duas horas foi a forma imaginada pelos produtores da série para tentar reacender a Jackmania que tomou conta do mundo todo a partir de 2001 e sofreu um baque enorme quando a sexta temporada foi um fracasso de crítica e a sétima foi atrasada para 2009 pela greve dos roteiristas de Hollywood.

A intenção foi boa, mas tirar tanto o Jack do seu ambiente urbano parece que não combinou. Ele só se tornou "O" Jack Bauer porque enfrentou seus inimigos corpo-a-corpo, algo que acontece muito pouco nessas duas horas em que o acompanhamos. E o final, que deixa pontas soltas para a série que já começou a se exibida lá fora, não tem cria a mesma angústia que outros cliffhangers já deixaram.

Se há uma vontade de voltar a acompanhar o Jack depois de 2 anos de férias (no meu caso, já que parei no fim do dia 4), é mais porque os amigos estão empolgados com o início da sétima temporada do que por esse filme, que só vale pela curiosidade. Se era redenção o que eles queriam, o resultado não foi alcançado. E nós sabemos como Jack fica quando as coisas não saem do jeito que ele queria...

A sétima temporada começou a ser exibida nos Estados Unidos e deve chegar ao Brasil em março.

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