quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Edição Comemorativa de Zagor Chega as Bancas


Chegou às bancas Zagor número 100. Para comemorar o evento, a Mythos Editora preparou uma edição totalmente colorida e com 132 páginas, preenchidas com uma HQ há muito aguardada pelos leitores brasileiros, curiosidades e ilustrações diversas, além de uma simpática carta do editor Sergio Bonelli logo na abertura.

Gallieno Ferri é o artista de Magia Indígena. Esta HQ foi idealizada e produzida especialmente para a edição número 500 de Zagor na Itália, tendo sido muitíssimo bem recebida pelos leitores de lá. O mestre Ferri teve o cuidado de desenhá-la especialmente para ser colorida. A trama é cheia de referências a aventuras antigas de Zagor, fazendo o leitor revisitar situações há muito ocorridas. Comentários e muitos desenhos de capas memoráveis, no caderno especial Zagor 100 - homenagem a Ferri, fecham a edição.

O nome Zagor é uma abreviação de Za-gor-te-nay, ou seja, "O espírito da machadinha". Ao perder seus pais passou a dedicar sua vida à defesa da paz e da ordem na imaginária floresta de Darkwood, situada na parte oriental dos Estados Unidos. Zagor possui extraordinários reflexos e dotes atléticos e é extremamente hábil no uso de sua machadinha. Os seus feitos, além da impressão causada por suas vestes e por seu grito de guerra (um característico "AAHHYAAKK!") o fazem ser considerado pelos índios como uma espécie de semi-deus enviado por Manitú. O ambiente das histórias é o velho oeste, mas Nolitta inseriu alguns elementos fantásticos, assombrações, ficção científica, e coisas do gênero. O verdadeiro nome de Zagor é Patrick Wilding (conforme os leitores italianos puderam constatar ao ler o Zagor Speciale n.7 (A Lenda de Wandering Fitzy), Zagor n.5 pela Mythos).

Por quê o codinome "Espírito da Machadinha"? Porque Zagor habitualmente combate usando como arma uma espécie de machadinha (na verdade, um tomahawk) feita de pedra com cabo de madeira. Não obstante traga uma pistola na cintura, geralmente evita usá-la, preferindo lutar com as chamadas armas brancas ou com as mãos nuas.

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